quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Eu me rendo...

E aconteceu que, chegando em casa, ele pede para ir dormir. Até aí, tudo bem, já passavam das 10 e o pequeno dorme às 8 horas, no máximo. Inesperada foi a frase seguinte: “Mamãe, quero dormir sem fraldinha!" Faz quase um ano que ele não usa fralda diurna, e apesar da fralda noturna amanhecer seca há algum tempo a primeira tentativa de retirá-la ocorreu sem sucesso. Depois disso, ficou decidido que seria melhor esperar mais um pouco, porque a entrada na escola junto com a retirada da fralda poderia gerar muita insegurança no filhote. Então, aproveitando a enfática iniciativa dele, arriscamos mais uma vez. Explico detalhadamente as implicações de dormir sem fralda, destacando os benefícios, claro. Se deu certo? Bem, a capa protetora reserva ainda reside intacta na gaveta...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ainda aprenderei com você

Se “sal da terra e luz do mundo” somos, que façamos doce tudo ao nosso redor e jamais careça de esperança o caminho.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sonha Alice!

Cada começo de etapa de aprendizagem traz uma dose alta de expectativas e planos. O sistema profissional que desejo pertencer estimula essa aprendizagem. Ele impõe restrições e assim oferece desafios, cria normas mas não descarta o diálogo. O sucesso perene neste ambiente é composto de trajetória, envolvimento e sonhos. Passado, presente e futuro. Trajetória de dedicação e foco. Envolvimento nos desafios, sentir-se parte, agente de transformação. Sonhos, objetivos, metas. E se o conflito entre objetivos organizacionais e pessoais é inevitável em qualquer ambiente, que busquemos sempre um clima favorável à construção de relacionamentos profissionais duráveis. Ao final de tudo, o sucesso vai ser referendado pela qualidade da imagem que cada um foi capaz de comunicar.

Sobre desejo e desafio

As expectativas de melhoria do desempenho escolar renovadas a cada novo ano esbarram nas dispersões de ideais e projetos (de educadores e educandos). A base conceitual oferecida por uma instituição de ensino não é a mesma para todos. Sempre há aqueles dispostos a extraírem mais conhecimentos das fontes humanas e materiais disponíveis. Os instrumentos de avaliação ou acompanhamento de aprendizagem não tornam os critérios equitativos. Sempre há aqueles que burlam o sistema (com colas) ou estão à margem dele (superior ou inferiormente). O padrão de comportamento de estudo adotado pelo indivíduo acompanha a imposição cultural e social a que ele está sujeito. Educação inicia e completa em casa. Exceções podem ocorrer, onde ambientes hostis formem estudantes dedicados, contudo, é mais produtivo criar um ambiente favorável à construção de conhecimento como parte do cotidiano (familiar, escolar, social). E construção de conhecimento decorre do exercício diário de pensar a realidade, correlacionar acontecimentos e possuir uma base conceitual aprimorada. Exercitar a empatia, desenvolver aptidões, vivenciar os cinco sentidos, abandonar-se ao ócio... O processo de aprendizagem compõe-se de todas as experiências vividas, e querer viver com intensidade é uma excelente forma de aprender. Assim também no ambiente organizacional.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Coisas que a idade nos faz esquecer (ou negligenciar)

A leitura de mídias diversas traz uma visão holística de fatos e opiniões, que, imperceptivelmente, contribui para uma formação pessoal de predisposição à ponderação. Contraditoriamente, essa afirmação parece reducionista a ponto de atribuir a apenas um fator a capacidade de ponderação dos indivíduos, mas não se trata de determinar uma fórmula. É notório que o exercício de percepção da pluralidade de pontos de vista quando iniciado desde a infância através da leitura estimula o pensar antes de agir. Fábulas, contos, poesias e parlendas trazem explícitas ou não mensagens de reflexão em linguagem adequada aos pequenos. Quanto mais cedo for iniciado o acesso aos diversos tipos de textos e autores maior a amplitude de cenários experimentados pelo indivíduo, quando poderá escolher as preferências sem esquecer que há outras formas de manifestação na linguagem escrita. Assim, o amadurecimento cognitivo irá ao encontro também das novas tecnologias, mas sempre favoravelmente à experimentação anterior à predileção. Uma criança de dois anos já pede a história favorita (que muda frequentemente), mas nunca recusa um livro novo.